MODELOS ARQUEOLÓGICOS E AMÉRICA LATINA: UM PONTO DE PARTIDA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.37135/chk.002.17.14

Palabras clave:

Archaeology, practice, knowledge, Latin America, models

Resumen

Este artigo apresenta uma revisão bibliográfica de estudos/trabalhos/experiências de pesquisadores das ciências humanas com o objetivo de (re)visitar a produção de conhecimento e prática profissional perpassando temas de interesse arqueológico (como estratigrafia; espaço e exercício de poder; [i]materialidade dos lugares e objetos; histórias das populações humanas, das dinâmicas socioculturais, dos territórios; pessoas/indivíduos produtores, artesãs[ãos], técnico-corporais), direcionada pelas questões dos modelos teórico-metodológicos/interpretativos, e tangenciando uma história da América Latina. A metodologia está relacionada a etnografías/relatos/falas sobre a posição do corpo do arqueólogo, e outros pesquisadores em relação ao seu campo, permeado(s) pelo paradigma da teoria da ciência/conhecimento, e a partir de experiências individuais associadas a um contexto historiográfico, e à formação das pessoas/profissionais em distintos horizontes brasileiros. Ao final do texto, espera-se uma contribuição a uma historiografia da prática arqueológica brasileira, por questões políticas/empíricas. Chama-se atenção para os meandros de sua potência atual para novas reflexões científicas (ou não) e para os novos arqueólogos.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Luis Henrique Albernaz Sirico, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil

    Aluno do Museu de Arqueologia e Etnologia, da Universidade de São Paulo

Referencias

Abdzu, F. U. (2020). “Podem quebrar o maracá, mas não vão quebrar nossa tradição”: Datsimazébré, ritual Xavante de iniciação dos danhohui’wa e dos wapté (Dissertação). UFG, Goiânia, Brasil.

Almeida de, F. O. & Neves, E. G. (2015). Evidências arqueológicas para a origem dos Tupi-Guarani no leste da Amazônia. Mana, 21(3), 499-525. doi: 10.1590/0104-93132015v21n3p499

Alves, M. A. (2002). Teorias, métodos, técnicas e avanços na arqueologia brasileira. Canindé, 2, 9-51. Recuperado de https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/9530

Associação Iakiô. (2019). Protocolo de consulta do povo Panará. Guarantã do Norte, Brasil: Associação Iakiô/Rede Xingu+.

Amaral, D. M. (2019). Loiceiras, potes e sertões: um estudo etnoarqueológico de comunidades ceramistas no agreste central pernambucano (Tese). USP, São Paulo, Brasil.

Andreatta, M. D. (1982). Padrões de povoamento em pré-história goiana: análise de sítio tipo (Tese). USP, São Paulo, Brasil.

Apinagé, C. S. (2017). Escola, meio ambiente e conhecimentos: formas de ensinar e aprender na teoria e na prática entre os Apinajé (Dissertação). UFT, Palmas, Brasil.

Apinajé, J. K. R. (2019) Mẽ ixpapxà mẽ ixàhpumunh mẽ ixujahkrexà: território, saberes e ancestralidade nos processos de educação escolar Panh (Dissertação). UFG, Goiânia, Brasil.

Appadurai, A. (ed.). (2001). Globalization. North Carolina, EEUU: Duke University Press Books.

Atalay, S. (2012). Community-based archaeology: research with, by, and for indigenous and local communities. Berkeley, EEUU: University of California Press.

Bambirra, V. (2013). O capitalismo dependente latino-americano. Florianópolis, Brasil: Insular.

Barbosa, A. (1918). Cayapó e panará. Recuperado de https://www.uft.edu.br/neai/file/caiapo.pdf

Barbosa, G. C. & Devos, R. (2017). Paralaxe e “marcação por terra”: técnicas de navegação entre jangadeiros na Paraíba e Rio Grande do Norte (Brasil). Mana, 23(3), 343-372. doi: 10.1590/1678-49442017v23n3p343

Barreto, C. (1998). Brazilian archaeology from a brazilian perspective. Antiquity, 72, 573-581. doi: 10.1017/S0003598X00087007

Barros, J. P. V. (s.f. [2005]). Algunas semejanzas gramaticales Macro-Guaicurú - Macro-Jê. Recuperado de https://www.adilq.com.ar/MACRO-GUAICURU-MACRO-JE.pdf

Binford, L. R. (1965). Archaeological systematics and the study of culture process. American Antiquity, 31(2), 203-210. doi: 10.2307/2693985

Bloor, D. (1998 [1971]). Conocimiento e imaginario social. Barcelona, España: Gedisa.

Bolivia, [Estado Plurinacional de]. (2009). Constitución política del Estado. La Paz, Bolívia: Presidencia Constitucional de la República.

Bomfim, M. (2013). América Latina: males de origem. Rio de Janeiro, Brasil: Fundação Darcy Ribeiro.

Braga, A., Cabral, A. S. A. C., Rodrigues, A. D. & Mindlin, B. (2011). Línguas entrelaçadas: uma situação sui generis de línguas em contato. PAPIA, 21(2), 221-230. Recuperado de https://repositorio.unb.br/handle/10482/7382

Braudel, F. (2009). Civilização material, economia e capitalismo: séculos XV-XVIII. O tempo do mundo. São Paulo: Martins Fontes.

Brochado, J. P. (1989). A expansão dos Tupi e cerâmica da Tradição Policrômica Amazônica. Dédalo, 27, 65-82.

Cabral, M. P. (2014). No tempo das pedras moles: arqueologia e simetria na floresta (Tese). Universidade Federal do Pará, Belém, Brasil.

Canclini, N. G. (2015). Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo, Brasil: Ed. USP.

Castro de, E. V. (1996). Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio. Mana, 2(2), 115-144. doi: 10.1590/S0104-93131996000200005

Cesarino, P. de N. (2020). Poética e política nas terras baixas da América do Sul: a fala do chefe. etnográfica, 24(1), 5-26. doi: 10.4000/etnografica.8109

Childe, V. G. (1925). The dawn of european civilization. London, Inglaterra: Routledge & Kegan Paul.

Comissão Nacional da Verdade. (2014). Texto 5. Violações de direitos humanos dos povos indígenas. Em CNV. Relatório da Comissão Nacional da Verdade: Volume II – Textos temáticos. Brasília, Brasil: Presidência da República. Recuperado de http://cnv.memoriasreveladas.gov.br/images/pdf/relatorio/Volume%202%20-%20Texto%205.pdf

Dussel, E. (1994). 1492. El encubrimiento del otro: hacia el origen del "mito de la modernidad". La Paz, Bolivia: Plural/UMSA.

Echeverría, B. (2010). Modernidad y blanquitud. Ciudad de México, México: Era.

Ecuador, [República del]. (2008). Constitución de la República del Ecuador. Quito, Ecuador: Asamblea Constituyente.

Ellingson, L. L. & Ellis, C. (2008). Autoethnography as constructionist project. Em J. A. Holstein & J. F. Gubrium (ed.). Handobook of constructionist reserach (pp. 445-465). New York/London: The Guilford Press.

Ensor, B. E. (2013). The archaeology of kinship: advancing interpretation and contributions to theory. Tucson, EEUU: The University of Arizona Press.

Ewart, E. (2015). Coisas com as quais os antropólogos se preocupam: grupos de descendência espacial entre os Panará. Revista de Antropologia, 58(1), 199-221. doi: 10.11606/2179-0892.ra.2015.102104

Fagundes, G. M. (2019). Fogos gerais: transformações tecnopolíticas na conservação do cerrado (Jalapão, TO) (Tese). UnB, Brasília, Brasil.

Fausto, C. & Heckenberger, M. J. (eds.). (2007). Time and memory in indigenous Amazonia: anthropological perspectives. Gainesville, EEUU: University Press of Florida.

Gallois, D. T. (1994). Mairi revisitada: a reintegração da fortaleza de Macapá na tradição oral dos Waiãpi. São Paulo: NHII/USP/FAPESP.

Gallois, D. T. (2004). Terras ocupadas? Territórios? Territorialidades? Em F. P. Ricardo (org.). Terras indígenas e unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições (pp. 37-41). São Paulo: Instituto Socioambiental.

Galloway, P. K. (2006). Practicing ethnohistory: mining archives, hearing testimony, constructing narrative. Linclon, EEUU: University of Nebraska Press.

Garcia, L. L. W. G. (2017). Paisagens do médio-baixo Xingu: arqueologia, temporalidade e historicidade, (Tese), USP, São Paulo, Brasil.

Giraldin, O. (1997). Cayapó e Panará: luta e sobrevivência de um povo Jê no Brasil Central. Campinas, Brasil: Editora da Unicamp.

Glaucio, A. V., Moore, D. & Voort van der, H. (2018). O patrimônio linguístico do Brasil: novas perspectivas e abordagens no planejamento e gestão de uma política da diversidade linguística. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 38, 195-219. Recuperado de http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/revista_patrimonio38.pdf

Gnecco, C. & Dias, A. S. (orgs.). (2017). Crítica de la razón arqueológica: arqueología de contrato y capitalismo. Bogotá, Colômbia: ICANH.

Gnecco, C. & Rocabado, P. A. (orgs.). (2010). Pueblos indígenas y arqueología en América Latina. Bogotá, Colômbia: CESO/Ediciones Uniandes.

Gonçalves, B. S. (2016). A dupla consciência latino-americana: contribuições para uma psicologia descolonizada. Psicologia Política, 16(37), 397-413. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rpp/v16n37/v16n37a11.pdf

Gonzalez, L. (1988). A categoria político-cultural de amefricanidade. Revista Tempo Brasileiro, 92-93, 69-82.

Goode, W. J. & Hatt, P. K. (1952). Methods in social research. New York/Toronto/London: McGraw-Hill Book Company.

Green, L. F., Green, D. R. & Neves, E. G. (2003). Indigenous knowledge and archaeological science. Journal of Social Archaeology, 3(3), 366-398. doi: 10.1177/14696053030033005

Habu, J., Fawcett, C. & Matsunaga, J. M. (eds.). (2008). Evaluating multiple narratives: beyond nationalist, colonialist, imperialist archaeologies. New York, EEUU: Springer.

Hamberger, K. (2018). Kinship as logic of space. Current Anthropology, 59(5), 525-548. doi: 10.1086/699736

Hamilakis, Y. (2016). Decolonial archaeologies: from ethnoarchaeology to archaeological ethnography. World Archaeology, 48(5), 678-682. doi: 10.1080/00438243.2016.1209783

Hodder, I. (1982). Symbols in action: ethnoarchaeological studies of material culture. Cambridge: Cambridge University Press.

Hornborg, A. & Hill, J. D. (eds.). (2011). Ethnicity in ancient Amazonia: reconstructing past identities from archaeology, linguistics and ethnohistory. Boulder, EEUU: University Press of Colorado.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2010). Censo demográfico 2010: características gerais dos indígenas – resultado do universo. Rio de Janeiro, Brasil: MPOG/IBGE. Recuperado de https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/95/cd_2010_indigenas_universo.pdf

Javaé, R. T. (2019). Nas águas do rio Javaés: histórias, cosmologia e meio ambiente, (Dissertação), UFT, Palmas, Brasil.

Juruna, S. R. de C. (2013). Sabedoria ancestral e movimento: perspectivas para a sustentabilidade, (Dissertação), Universidade de Brasília (UnB), Brasília, Brasil.

Karajá, J. H. (2015). As madeiras e seus usos no universo sócio-cultural Iny, (Dissertação), UFT, Palmas, Brasil.

Krahô, C. P. (2017). Wato ne hômpu ne kampa: convivo, vejo e ouço a vida Mẽhĩ (Mãkrarè) (Dissertação). UnB, Brasília, Brasil.

Krahô, L. J. (2016). Pjê ita jê kâm mã itê ampô kwy jakrepej: das possibilidades das narrativas na educação escolar do povo Krahô (Dissertação). UFG, Goiânia, Brasil.

Lévi-Strauss, C. (2019 [1937]). Ethnography: a revolutionary science. Em E. Désveaux (ed.). From Montaigne to Montaigne: Claude Lévi-Strauss (pp. 21-44). Minneapolis/London, EEUU/Inglaterra: University of Minnesota Press.

Lima de, D. B. (2019). A história do contato e o desterro Tapayuna: um massacre anunciado. Revista de @ntropologia da UFSCar, 11(2), 69-86. Recuperado de http://www.rau.ufscar.br/wp-content/uploads/2020/06/3.pdf

Lima de, D. B. & Bechelany, F. C. (2017). O descaso induzido: o desterro dos Tapayuna e dos Panará. Mediações, 22(2), 179-203. doi: 10.5433/2176-6665.2017v22n2p179

Machado, J. S. (2013). História(s) indígena(s) e a prática arqueológica colaborativa. Revista de Arqueologia, 26(1), 72-85. doi: 10.24885/sab.v26i1.369

Martins, A. M. S., Cabral, A. S. A. C., Miranda, M. G., Costa da, L. S. & Camargos, L. S. (2015). O tronco Macro-Jê: hipóteses e contribuições de Aryon Dall’Igna. fragmentum, 46, 101-135. doi: 10.5902/fragmentum.v0i46.23392

Martins, D. C., Breda, J. I. & Pontim, R. L. (2003). Projeto de salvamento arqueológico da UHE Cana Brava, estado de Goiás, Brasil: registro da memória. Revista do Museu Antropológico, 7(1), 95-118.

Marx, K. (2019 [1851]). Colonialismo: cuaderno de Londres n.º XIV, 1851. La Paz, Bolívia: Vicepresidencia del Estado Plurinacional de Bolivia/Presidencia de la Asamblea Legislativa Plurinacional.

Mead, D. L. (2010). Caiapó do Sul, an ethnohistory (1610-1920) (Tese). University of Florida, Gainesville, EEUU.

Melo, J. H. T. de L. (2010). Kàjre: a vida social de uma machadinha Krahô (Dissertação). Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Brasil.

Milheira, R. G. & DeBlasis, P. (2014). The Tupi-Guarani archaeology in Brazil. Em C. Smith (ed.). Encyclopedia of global archaeology (pp. 7384-7389). New York, EEUU: Springer.

Moore, D. & Storto, L. (2002). As línguas indígenas e a pré-história. Em S. D. J. Pena. (org.). Homo brasilis: aspectos científicos, linguísticos, históricos e sócio-antropológicos da formação do povo brasileiro (pp. 73-92). Ribeirão Preto, Brasil: FUNPEC.

Neves, E. G. (1999). Arqueologia, história indígena e o registro etnográfico: exemplos do alto rio Negro. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, Supl. 3, 319-330. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/revmaesupl/article/download/113476/111431/205336

Neves, E. G. (2006). Tradição oral e arqueologia na história indígena no alto rio Negro. Em L. C. Forline & R. S. S. Murieta & I. C. G. Vieira (orgs.). Amazônia: além dos 500 anos (pp. 71-108). Belém, Brasil: Museu Paraense Emílio Goeldi.

Nikulin, A. (2020). Proto-Macro-Jê: um estudo reconstrutivo (Tese). UnB, Brasília, Brasil.

Oliveira de, J. E. & Viana, S. A. (1999/2000). O Centro-Oeste antes de Cabral. Revista USP, 44(1), 142-189.

Peixoto, F. (1998). Lévi-Strauss no Brasil: a formação do etnólogo. Mana, 4(1), 79-107. doi: 10.1590/S0104-93131998000100004

Pereira, P. de O. (2017). Novos olhares sobre a coleção de objetos sagrados afro-brasileiros sob a guarda do museu da polícia: da repressão à repatriação (Dissertação). UNIRIO, Rio de Janeiro, Brasil.

Peurcell, N. (2005). Colonization and mediterranean history. Em H. Hurst & H. Owen (eds.). Ancient colonizations: analogy, similarity and difference (pp. 115-139). Londres, Inglaterra: Duckworth.

Quijano, A. (2014a). Cuestiones y horizontes: de la dependencia histórico-estructural a la colonialidad/descolonialidad del poder. Buenos Aires, Argentina: CLACSO.

Quijano, A. (2014b). Des/colonialidad y bien vivir: un nuevo debate en América Latina. Lima, Peru: Universidad Ricardo/Universitaria.

Ramos, A. R. (1998). Uma crítica da desrazão indigenista. Brasília, Brasil: Periódicos da UnB/UnB. Recuperado de https://repositorio.unb.br/handle/10482/17691

Ribeiro, D. (1988). O dilema da América Latina: estruturas de poder e forças insurgentes. Petrópolis, Brasil: Vozes.

Said, E. W. (1978). Orientalism. London, Inglaterra: Pantheon Books.

Santos, M. (2006). A natureza do espaço. São Paulo/SP: EdUSP, 2006.

Santos dos, T. (2011). Imperialismo y dependencia. Caracas, Venezuela: Biblioteca Ayacucho.

Santos-Granero, F. (1998). Writing history into the landscape: space, myth, and ritual in contemporary Amazonia. American Ethnologist, 25(2), 128-148.

Sautchuck, C. E. (2007). O arpão e o anzol: técnica e pessoa no estuário do Amazonas (Vila Sucuriju, Amapá) (Tese). UnB, Brasília, Brasil.

Schwartzman, S. (1992). Os Panará do Peixoto de Azevedo e cabeceiras do Iriri: história, contato e transferência ao Parque do Xingu. Recuperado de https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/PZD00019.pdf.

Seeger, A., DaMatta, R. & Castro de, E. B. V. (1979). A construção da pessoa nas sociedades indígenas brasileiras. Boletim do Museu Nacional, 32, 2-19. Recuperado de http://www.ppgasmn-ufrj.com/uploads/2/7/2/8/27281669/boletim_do_museu_nacional_32.pdf

Seki, L. (2000). Gramática do Kamaiurá: língua Tupi-Guarani do Alto Xingu. Campinas, Brasil: Ed. Unicamp.

Silliman, S. W. (2015) Comparative colonialism and indigenous archaeology: exploring the intersections. Em C. N. Cipolla & K. H. Hayes (eds). Rethinking colonialism: comparative archaeological approaches (pp. 213-233). Gainesville, EEUU: University Press of Florida.

Silva, F. A. (2002). Mito e arqueologia: a interpretação dos Asuiní do Xingu sobre os vestigios arqueológicos encontrados no Parque Indígena Kuatinemu, Pará. Horizontes Antropológicos, 8(18), 175-187. doi: 10.1590/S0104-71832002000200008

Silva, F. A. (2012). O plural e o singular das arqueologías indígenas. Revista de Arqueologia, 25(2), 24-42. doi: 10.24885/sab.v25i2.353

Silva, F. A. & Noelli, F. (2015) Mobility and territorial occupation of the Asurini do Xingu, Pará, Brazil: an archaeology of the recent past in the Amazon. Latin American Antiquity, 26, 493-511. doi: 10.7183/1045-6635.26.4.493

Silva da, L. P. (2014). Aqueologia indígena: protagonismo ameríndio, interlocução cultural e ciência contemporânea. Cuiabá, Brasil: Carlini e Caniato Editora.

Singh, N. K., Zhang, S. & Besmel, P. (2012). Globalization and language policies of multilingual societies: some case studies of South East Asia. Revista Brasileira de Linguística Antropológica, 12(2), 349-380. doi: 10.1590/S1984-63982012000200007

Smith, A. T. (2003). The political landscape: constellations of authority in early complex societies. Berkeley: University of California Press.

Smith, A. T. (2011). Archaeologies of sovereignty. Annual Review of Anthropology, 40, 415- 432. doi: 10.1146/annurev-anthro-081309-145754

Souvatzi, S. (2017). Kinship and social archaeology. Cross-Cultural Research, 51(2), 172-195. doi: 10.1177/1069397117691028

Souza de, M. C. & Fausto, C. (2004). Reconquistando o campo perdido: o que Lévi-Strauss deve aos ameríndios. Revista de Antropologia, 47(1), 87-131. doi: 10.1590/S0034-77012004000100003

Taylor, S. J., Bogdan, R. & DeVault, M. L. (2016). Introduction to qualitative research methods: a guidebook and resource. New Jersey, EEUU: John Wiley & Sons.

Tjon Sie Fat, F. E. (1990). Representing kinship: simple models of elementary structures (Tese). Universiteit Leiden, Leiden, Holanda.

Trigger, B. G. (2006). A history of archaeological thought. Cambridge, Inglaterra: Cambridge University Press.

Valente, R. (2017). 9. Trincheiras. Em R. Valente. Os fuzis e as flechas: história de sangue e resistência indígena na ditadura (pp. 157-172). São Paulo, Brasil: Companhia das Letras, 605p.

Vilaça, A. M. N. (2018). Paletó e eu: memórias de meu pai indígena. São Paulo, Brasil: Todavia.

Vilaça, A. M. N. (2019). Inventing nature: christianity and science in indigenous Amazonia. HAU: Journal of Ethnographic Theory, 9(1), 44-57. doi: 10.1086/703795

White, L. A. (1975). The concept of cultural systems: a key to understanding tribes and nations. New York, EEUU: Columbia University Press.

Whitehead, N. L. (ed.). (2003). Histories and historicities in Amazonia. Lincoln, EEUU: University of Nebraska Press.

Wüst, I. (1998). Continuities and discontinuities: archaeology and ethnoarchaeology in the heart of the eastern Bororo territory, Mato Grosso, Brazil. Antiquity, 72(277), 663-675. doi: 10.1017/S0003598X0008707X

Xerente, A. T. (2020). Iknô kãtô, Ĩsitro nã akwe krsakrtamnõze dasĩpsêwa Kãtô kmã psêkwaĩnõrĩ Danõhikwa: a corrida de toras curtas e longas entre o povo Akwẽ Xerente no Dasἶpê (festa cultural) (Dissertação). UFG, Goiânia, Brasil, 2020.

Xerente, E. D. C. (2016) Processos de educação akwẼ e os direitos indígenas a uma educação diferenciada: práticas educativas tradicionais e suas relações com a prática escolar (Dissertação). UFG, Goiânia, Brasil.

Xerente, J. K. (2020). Warã: comunicação e educação Akwẽ Xerente (Dissertação). UFT, Palmas, Brasil.

Xerente, V. S. (2020). Conhecimento Akwẽ e conhecimentos científicos ocidentais sobre meio ambiente e interações das espécies da fauna: um estudo na interdisciplinaridade e interculturalidade (Dissertação). UFT, Palmas, Brasil.

Publicado

2022-02-21

Número

Sección

ARTÍCULOS DE REVISIÓN

Cómo citar

MODELOS ARQUEOLÓGICOS E AMÉRICA LATINA: UM PONTO DE PARTIDA. (2022). Chakiñan, Revista De Ciencias Sociales Y Humanidades, 17, 217-234. https://doi.org/10.37135/chk.002.17.14