PROPOSTA DE CLASSIFICAÇÃO ARQUEOLÓGICA PARA A CERÂMICA CONTEXTUALIZADA E NÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DA CULTURA PURUHÁ, SERRA CENTRAL DO EQUADOR
Conteúdo do artigo principal
Resumo
Em um contexto local de estudos estritamente tipológicos e com a ausência manuais para o estudo da cerâmica relacionada a cultura arqueológica Puruhá, Serra Central do Equador, verificamos a possibilidade associar a questão teórica e metodológica à prática arqueológica, resultando na localização da produção ceramista como um subsistema intrínseco a compreensão dos sistemas socioculturais que definem uma cultural. Com esta premissa, este manuscrito apresenta uma proposta de classificação em arqueologia com fulcro na análise da cultura material cerâmica contextualizada ou não contextualizada por intermédio da aplicação dos conceitos de antropologia das técnicas e das cadeias operatórias associada às análises tecnotipológicas com o estudo de caso da produção ceramista Puruhá. Tendo como marco metodológico o método empírico indutivo, com enfoque qualitativo que mescla a revisão de literatura, inserção conceitual, técnica e análises, de alcance exploratório e não experimental enquanto desenho de investigação. A proposta de classificação em arqueologia possibilitou verificar a factibilidade e potencial de sua utilização em um contexto Puruhá, assim como sua correlação entre outros sítios, resultando em uma leitura que permite realizar inferências sobre continuidades e mudanças culturais.
##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.downloads##
Detalhes do artigo
Edição
Seção

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Responsabilidade dos autores:
São responsáveis pelas ideias e dados recopilados nos manuscritos, pela fidelidade da informação, pela correção das citações, pelos direitos para publicar qualquer material incluído no texto pela apresentação do manuscrito no formato requerido pela Revista (arquivo web). Um manuscrito enviado a CHAKIÑAN não deve estar publicado com anterioridade, nem mesmo haver sido apresentado da mesma forma a outro meio de publicação.
Direitos do Autor:
Os artigos publicados não comprometem necessariamente o ponto de vista da REVISTA CHAKIÑAN. A revista se alinha a política da licencia de Creative Commons Reconocimiento-No comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0). Cada autor conserva o direito sobre o artigo pulicado na Chakiñan.
Declaração de privacidade
Os dados pessoais e endereços de e-mail inseridos nesta revista serão usados exclusivamente para os fins declarados na publicação e não estarão disponíveis para nenhum outro objetivo ou pessoa
Como Citar
##plugins.generic.shariff.share##
Referências
Aguaisa, B. G. (2022). Análisis tecno-tipológico de la cerámica arqueológica Panzaleo: Un estudio de la cultura material alfarera depositada en el Museo de la Escuela Isidro Ayora del cantón Latacunga, provincia de Cotopaxi [Tesis de Licenciatura, Universidad Nacional de Chimborazo]. Repositorio institucional. http://dspace.unach.edu.ec/handle/51000/9467
Alves, M. A. (1988). Análise cerâmica: estudo tecnotipológico [Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo]. Repositório da Universidade de São Paulo. https://doi.org/10.11606/T.8.1988.tde-07042022-144233
Alves, M. A. (2010). Assentamentos e cultura material indígena anteriores ao contato no Sertão da Farinha Podre, MG, e Monte Alto [Tese de Livre Docência, Universidade de São Paulo]. Repositório da Universidade de São Paulo. https://doi.org/10.11606/T.71.2010.tde-19072023-100305
Alves, M. A., Goulart, E. P., & Andrade, F. R. D. (2013). Cadeia operatória, sistema tecnológico e análise arqueométrica nos assentamentos cerâmicos dos vales do Paranaíba, Minas Gerais e Turvo, São Paulo, Brasil. Cuadernos [del] Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano, 1(2), 46-60. http://ppct.caicyt.gov.ar/index.php/cinapl-se/issue/view/255/showToc
Ayala, E. (2018). Nueva historia del Ecuador. Documentos de la historia del Ecuador. Universidad Andina Simón Bolívar/Corporación Editora NacionalArguello, P. M. (2021). Métodos para la caracterización de la cerâmica arqueológica. Editora UPTC.
Banco Central del Ecuador. (2006). Quri Mullupish ChawpiPachapi: Oro y spondylus em la mitad del mundo. Editorial BCE.
Beckwith, L. (2018). Collay: Un sitio del periodo formativo tardío de la Provincia de Chimborazo. En M. A. Cordero (ed.), De arqueología hablamos las mujeres (pp. 97-107). ULEAM.
Bianchi, R. (1982). Introducción a la arqueología clásica como historia del arte antiguo. Editora Akal.
Bicho, N. (2012). Manual de arqueología pré-historica. Editora Contextos.
Caminos, F. (2023). Monitore arqueológico em la Construcción de las líneas de subtransmisión a 69KV que interconectaran la subestación Balsayan con el Sistema de Subtransmisión de la EERSA, Provincia de Chimborazo, Cantón Guano, Parroquias Rosario y San Andrés. INPC.
Carretero, P. A. (2016). Prospección arqueológica superficial y delimitación de los caminos prehispánicos de la Parroquias Flores (Lluishirum), Cantón Riobamba. INPC.
Carretero, P. A., & Samaniego, W. M. (2017). Prospección arqueológica en el sitio Puruhá de Collay, Riobamba, Ecuador. Arqueología Iberoamericana, 33, 18-26. http://purl.org/aia/333
Carretero, P. A., Jiménez, M., Illicachi, J., & Estrada, N. (2023). Una aproximación actual a la cronología relativa de los puruhaes prehispánicos de Ecuador. Arqueología Iberoamericana, 52, 21-28. http://purl.org/aia/5303
Cieza de León, P. (1557/2005). La crónica del Perú. Edución de Manual Ballesteros.
Clarke, D. (1984). Arqueología Analítica. Ediciones Bellaterra.
De Barros, A. S. (2018). Caçadores-coletores do médio vale do Paranaíba, Minas Gerais: estudo inter-sítios da cadeia operatória e sistema tecnológico [Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo]. Repositório da Universidade de São Paulo. https://teses.usp.br/teses/disponiveis/71/71131/tde-23102018-173100/es.php
De Barros, A. S. (2022). As Paisagens na história do pensamento arqueológico. Chakiñan, (18), 213-228. https://doi.org/10.37135/chk.002.18.15
Delgado, F. (2010). La Arqueología Ecuatoriana en el siglo XXI: entre la academia y la arqueología aplicada. Abya-Yala.
Díaz, R. (2006). Antecedentes arqueológicos de la provincia del Chimborazo: El Caso Alacao. INPC.
Dunnell, R. (2007). Classificação en Arqueologia. Edusp.
Echeverría, J. (2011). Glosario de arqueología y temas afines, t. I. INPC. https://n9.cl/wc5ml
Egas, J. E. (2022). Prospección superficial de cara a la delimitación temporal y cultural del sitio arqueológico Puculpala (Químiag, Riobamba) [Tesis de Licenciatura, Universidad Nacional de Chimborazo]. Repositorio institucional. http://dspace.unach.edu.ec/handle/51000/9191
Fogaça, E. (2003). Instrumentos líticos unifaciais da transição Pleistoceno-Holoceno no Planalto Central do Brasil: Individualidade e especificidade dos objetos técnicos. Canindé, (3), 9-35. https://ri.ufs.br/handle/riufs/9532?locale=es
Fogaça, E., & Boëda, E. (2006). A antropologia das técnicas e o povoamento da América do Sul Pré-histórica. Revista Habitus. Goiânia, 4(2), 673-684. https://doi.org/10.18224/hab.v4.2.2006.673-684
González, E. M. R. (1998). Teoria e métodos na análise cerâmica em Arqueologia. Revista Do Museu De Arqueologia E Etnologia, (8), 287-294. https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.1998.109555
Gordon, V. (1966). O que aconteceu na História. Editora Zaha.
Hernández, R., Fernández, C., & Baptista, P. (2014). Metodología de la investigación. McGraw-Hill.
Idrovo, J. (2000). Tomebamba: arqueología e historia de una ciudad imperial. Imprenta Monsalve Moreno CIA.
Jijón y Camaño, J. (1927). Puruhá, Contribución al conocimiento de los aborígenes de la provincia del Chimborazo de la república del Ecuador. Sociedad Ecuatoriana de Estudios Históricos.
Jijón y Camaño, J. (1997). Antropología Prehispánica del Ecuador. Museu Jacinto Jijón y Camaño, PUCE.
Lara, C. (2020). Enfoque tecnológico, cerámica y supervivencia de prácticas precolombinas: el ejemplo cañari (Ecuador). Bulletin de l'Institut français d'études andines, 49(1), 107-127. https://doi.org/10.4000/bifea.11769
Leroi-Gourhan A. (2002b). O gesto e a palavra. v.2 Memória e ritmo. Edições 70.
Leroi-Gourhan, A. (2002a). O gesto e a palavra. v.1 Técnica e linguagem. Edições 70.
López, A., & López, L. (2010). El Pasado Indígena. FCE.
Mauss, M. (1974). Essai sur le don. Paris press Universitaires de France.
Meggers, B., Evans, C., Holm, O., Miño, J. E., & Uzcategui, B. (1977). Estudios Arqueológicos: Antillas y Tierras Bajas de Sudamérica Ecuador. Centro de Publicaciones PUCE.
Miller, M. (2019). Teria antropológica e arqueológica: Convergências e divergências. EDURN.
Morais, J. (1987). A propósito do estudo das indústrias líticas. Revista do Museu Paulista, 32, 155-184.
Moreira, M. (2019). Projeto Quebra-Anzol, Minas Gerais: estudo de continuidade e mudança tecnológica intersítios na cultura material cerâmica [Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo]. Repositório da Universidade de São Paulo. https://doi.org/10.11606/D.71.2019.tde-07112019-162045
Ontaneda, S. (2010). Las antiguas sociedades precolombinas del Ecuador: un recorrido por la Sala de Arqueología del Museo Nacional. Editorial Banco Central del Ecuador.
Ontaneda, S., & Fresco, A. (2002). Museu del Banco Central del Ecuador. Riobamba. Editorial Banco Central del Ecuador.
Orton, C., Tyers, P., & Vince, A. (1993). Pottery in Archaeology. Cambridge University Press.
Pomedio, C. (2018). La escuela francesa de Antropología de las Técnicas de la sociología de Mauss a las aplicaciones actuales en la arqueología de México. Cuicuilco. Revista de ciencias antropológicas, 25(72), 51-70. https://n9.cl/gf0bqe
Porras, P., & Piana, L. (1976). Ecuador Pré-histórico. Instituto Geográfico Militar.
Poutignat, P. E., & Streiff-Fenart, J. (2011). Teorias da etnicidade. Ed. Unesp.
Rice, P. (1987). Pottery analysis. The University of Chigaco Press.
Sanchés, F. (1993). Informe de excavaciones arqueológicas em la tola de Macají. INPC.
Silva, L. R. F. (2017). A'ANGA ETE MA - imagens verdadeiras do passado: um estudo sobre a cerâmica tupi pintada no interior paulista [Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo]. Repositório da Universidade de São Paulo. https://doi.org/10.11606/D.71.2018.tde-06022018-115356
Uzcategui, L. (1982). Cerámica de las Culturas Puruhá, Tuncahuan y la Tolita, Ecuador. Asociación agnóstica de Estudios de Antropología y Ciencia.
Vargas, M., & Castillo, A. (2015). Informe de la prospección arqueológica de las líneas de sub-trasmisión: S/E 2 – S/E Balsayan y S/E Nalsayan – S/E4; Cantón Guano y Riobamba, Provincia de Chimborazo. INPC.
Vásquez, J., Delgado, F., & Córdova, C. (2023). Informe final del poryecto: Puculpala-Balcashi, Quimiag, Chimborazo. INPC.
Vialou, A. (2009). Tecnologia lítica no Planalto Brasileiro: Persistência ou mudança. Revista de Arqueologia, 22(22), 35-53. https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/273
Willey, G., & Phillips, P. (1963). Method and Theory in American Archaeolgy. The University of Chigaco Press. https://doi.org/10.1590/2178-2547-BGOELDI-2019-0082
Yépez, A. (2014). Documentación de nuevos sitios arqueológicos de Altura en el Volcán Chimborazo, Flanco Sur. PUCE/ INPC.
Yépez, A. (2015). Excavación de sitios arqueológicos complejo Huauqui Chimborazo e Complejo recitos Templo Machai (Volcán Chimborazo), Provincia del Chimborazo. INPC.
Zuse, A., Costa, A., Pessoa, C., & Kipnis, R. (2020). Tecnologias cerâmicas no alto rio Madeira: síntese, cronologia e perspectivas. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi: Ciências Humanas, 15(2), e20190082. https://doi.org/10.1590/2178-2547-bgoeldi-2019-0082